terça-feira, 20 de junho de 2017

NASCEU CANALHA E VAGABUNDO...



FCO.LAMBERTO FONTES
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20 DE JUNHO DE 2017

O DIA "D" DE AÉCIO NEVES, QUE 
DECIDIU DESTRUIR O BRASIL
“SÓ PARA ENCHER O SACO”
O Supremo Tribunal Federal decide, nesta terça-feira, o destino do político que mais danos causou ao Brasil em toda a sua história; derrotado nas eleições presidenciais de 2014, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) não aceitou a derrota, agiu como uma criança mimada e decidiu se associar a um notório corrupto, o então deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para golpear a democracia brasileira; nessa aliança funesta, Aécio liderou a farsa sobre as chamadas "pedaladas fiscais" que culminou com o golpe parlamentar de 2016; como consequência disso, milhões de brasileiros perderam seus empregos, a economia afundou mais de 10% e o Brasil tem hoje na presidência o governo mais corrupto de sua história, em que Aécio passou a ter papel decisivo; a tal ponto que conseguiu pedir R$ 2 milhões em propinas à JBS em troca de nomeações na Vale; no episódio, Aécio disse que liderou sua cruzada moralista 
"só para encher o saco"

 Minas 247  A primeira turma do Supremo Tribunal Federal, composta pelos ministros Marco Aurélio Mello, Alexandre Moraes, Luis Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, decidirá, nesta terça-feira 20, o destino do politico que mais danos causou ao Brasil, em toda a sua história.

Sim, ele mesmo, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições presidenciais de 2014, mas, inconformado com a derrota, agiu como uma criança mimada e decidiu se associar a um notório corrupto, o então deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para golpear a democracia brasileira.



Nessa aliança funesta, Aécio liderou a farsa sobre as chamadas "pedaladas fiscais" que culminou com o golpe parlamentar de 2016. Em 2015, lado a lado com Cunha, ele paralisou a agenda legislativa com as pautas-bomba e sabotou o início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.



Como consequência dessa política do "quanto pior, melhor", milhões de brasileiros perderam seus empregos, a economia afundou mais de 10% e o Brasil tem hoje na presidência o governo mais corrupto de sua história, liderado por Michel Temer – "chefe da maior organização criminosa do Pais, segundo Joesley Batista, e também corrupto, de acordo com o relatório da Polícia Federal (leia aqui).



No governo Temer, Aécio passou a ter papel decisivo. Indicou vários ministros, o presidente da Petrobras e influiu até no comando da Vale, uma mineradora privada com sócios ligados às empresas estatais.



Ganhou tanto poder que conseguiu pedir R$ 2 milhões em propinas à JBS em troca de nomeações na Vale.



No episódio, Aécio confidenciou ao empresário Joesley Batista que liderou sua cruzada moralista "só para encher o saco".



O resultado dessa aventura é que o Brasil foi aniquilado, mas Aécio conheceu também a lei do retorno. 



Sua irmã, Andrea, foi presa, assim como seu primo Fred Pacheco, que vem sendo aconselhado pela família a delatá-lo.



Na terça-feira passada, a primeira turma do STF formou uma maioria de três votos a dois, que traz maus presságios para Aécio, ao julgar um habeas corpus impetrado por sua irmã.



Com os votos de Rosa, Fux e Barroso, ela continuou presa. A se repetir o placar, Aécio terá se convertido de quase presidente a presidiário num prazo de pouco mais de dois anos.



domingo, 18 de junho de 2017

DEPUTADO ROGÉRIO CORREIA


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DIZER ALGO MAIS ALÉM DO QUE AQUI SE ASSISTE NOS VÍDEOS ABAIXO, SERIA 
"CHOVER NO MOLHADO"



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domingo, 4 de junho de 2017

OS PREDADORES SEMPRE FORAM ARTICULADOS E PAGOS PELO GOVERNO GOLPISTA. ANTES E APÓS O DESPOTISMO:



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2 DE JUNHO DE 2017

VÍDEO MOSTRA QUEM SÃO OS VERDADEIROS VÂNDALOS DO PAÍS



Com imagens da manifestação dos trabalhadores realizada no dia 24 de maio em Brasília, contra as reformas do governo Temer, um vídeo produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) aponta que, além dos atos de vandalismo praticados por um pequeno grupo de infiltrados no ato, o entreguismo e a dilapidação das riquezas do país são também atos de vandalismo cometidos por Temer contra o patrimônio público

247 - Um vídeo produzido pelo mandato da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) aponta quem são os verdadeiros vândalos do Brasil, além do pequeno grupo de mascarados infiltrados na manifestação contra as reformas do governo Michel Temer no dia 24 de maio em Brasília.
Com imagens do ato dos trabalhadores, que lotaram a capital com cerca de 150 mil pessoas, o vídeo ressalta que o entreguismo e a dilapidação das riquezas do país são também atos de vandalismo cometidos por Temer contra o patrimônio público.
Assista 
video


quarta-feira, 31 de maio de 2017

MABEL COMO RÉU...


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Atualizada em 26/05 às 13h05


País - Opinião


Desligamento de Mabel
pode ter vindo em boa hora
para Temer



O afastamento do ex-deputado do PMDB Sandro Mabel, que era assessor do Palácio do Planalto, foi visto num primeiro momento como algo que indicasse o enfraquecimento de Michel Temer. Mas segundo interlocutores, o pedido de demissão pode inclusive ter vindo em boa hora para o presidente.
Mabel, que já foi citado nas delações de ex-executivos da Odebrecht, estaria envolvido em outros esquemas que estão prontos para virem à tona nas próximas operações deflagradas.
Sandro Mabel
Sandro Mabel
Investigações apontam que ele estaria corretando negócios importantes em diversas áreas, até no setor de comunicação. Informações dão conta de que, quando estes casos vierem à tona, o estrago será grande. Por isso, o desligamento de sua função de assessor de Temer teria chegado em boa hora, já que ele poderia comprometer ainda mais o presidente.
Outros que ainda não foram afastados também estão sendo investigados por outras operações que não são da Lava Jato, mas que podem ser ainda mais rigorosas.

MERECEM VIVER MENOS... OU DE FORMA ALGUMA.


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Atualizada em 25/05 às 11h48


País - Opinião


E contra os delinquentes
que acabaram com o país,

ninguém vai fazer nada?


Quando uma autoridade diz que um decreto em vigor pode ser revogado, ou ele não deveria ter sido anunciado, ou já deveria ter sido revogado.

Se a autoridade diz que pode revogar, e ainda não revogou, isso é uma tentativa de iludir ou de imaginar que o povo continua podendo ser iludido.

Já não bastam as delações dos delinquentes, que deixam o país ameaçado de rebaixamento de nota, como dizem as autoridades? Já não basta o iminente retorno da recessão, a iminente convulsão, como já existe, o iminente aumento de desemprego - já são 23 milhões sem trabalho?

Nas delações, esses delinquentes são premiados com tornozeleiras importadas que o povo ainda paga, ao invés de terem bolas de ferro amarradas aos pés, que o povo não pagaria. Eles deveriam, quem sabe, ter determinado o sumário cumprimento da lei da manutenção de sua existência.

Ou vejamos: as mortes ou os confrontos que estão acontecendo em defesa da ordem pública, as depredações que estão sendo feitas, a dificuldade do ir e vir, professores sem receber, médicos sem condições de clinicar em hospitais públicos, energia cortada em importantes centros universitários do Brasil por falta de pagamento... e esses delinquentes ainda se vangloriam hipocritamente, debochando de um povo sofrido?

O que querem as autoridades quando premiam esses senhores?  Uma revolta ainda maior contra o que já se existe? Não são essas autoridades que estão mostrando ao povo essa barbaridade que está acontecendo com o nosso país, proporcionada por esses delinquentes?

E eles ainda são premiados, uns fumando charuto Cohiba, cuja unidade custa R$ 200? E como esses delinquentes podem continuar comprando? Ainda gastam com dinheiro roubado? 

E ninguém diz nada? 

Ora, se seus carros são abastecidos com combustível, se seus condomínios são pagos e se seus empregados recebem seus salários em dia para prestar obediência a eles, de onde vem o dinheiro deles, se não estão trabalhando e não têm nada em seu nome?

Esses delinquentes deveriam estar na cadeia, mas por delatar seus crimes são premiados e não têm bens sequestrados. 

O povo que perdeu emprego, perdeu seu patrimônio e está pagando juros das TVs que compraram, não podem dar carne para seus filhos, nem a podre, que os frigoríficos da JBS vendia, e ainda fazia o preço mais caro.

O medo que todos nós sentimos nesse momento é que o povo, diante disso tudo, comece a ter certeza que só ele pode julgar.

Ninguém pode admitir o quebra-quebra do patrimônio público, que também é nosso. Mas os que julgam e os que protegem a sociedade devem afastar definitivamente do convívio aqueles que roubaram, tanto os corruptos quanto os corruptores.

Não podemos assistir a empresas que roubaram corrompendo e ainda mantendo os mesmos acionistas, que possam fazer "gentilezas" com o dinheiro que foi roubado, patrocinando eventos do governo que se encontra em grave crise.

As autoridades não deveriam revogar o decreto que coloca as Forças Armadas nas ruas. Só deveriam dizer aos comandados que a direção é outra. Os comandados devem ir para as empresas desses delinquentes com a força, para tirar deles o direito até de mandar, pois não adiantaria só sequestrar os bens, deixando esses delinquentes comandando as empresas. 

E quando seus bens são sequestrados, na verdade está sendo tomada a propriedade que era do povo, porque o que eles têm é do povo. O sequestro na verdade é uma devolução do patrimônio aos seus verdadeiros donos. Não é um ato arbitrário nem de força ideológica. É um ato correto.

O mesmo que se faz quando os ladrões invadem e roubam joalherias e a policia consegue apreender o que foi roubado e o devolve aos proprietários.

Esses delinquentes são muito mais perigoso do que os pivetes que roubaram o Banco Central no Ceará, ou os que explodem caixas eletrônicos. 

Eles, sim, merecem viver menos numa sociedade que eles saquearam.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

QUANDO É PRECISO QUESTIONAR A SAFADEZA DE MUITOS...


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Atualizada em 23/05


Diretas
ou
indiretas?


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, convocou os comandantes militares, segundo informações de jornais, para ouvir sobre a crise que vive o país. 
O que vazou é que os comandantes e o próprio ministro teriam concluído que Constituição tem que ser respeitada.
A Constituição respeitada significa que, numa eventual queda de Michel Temer, haveria eleição indireta no Congresso para presidente.
Levantamentos apontam que 166 deputados e 28 senadores foram eleitos com doações registradas da JBS. A superplanilha da Odebrecht tinha nomes de 279 políticos. 
Isso significa que, se for respeitada a Constituição, não será o povo - através dos parlamentares - que vai eleger o novo presidente. Serão Joesley Batista e Marcelo Odebrecht. É eleição indireta só para esses dois senhores. E neste caso, o candidato preferido de Odebrecht terá mais força.
Qual seria a conclusão? 
Pelo que se sabe sobre esses dois delinquentes, o Congresso não é mais eleito pelo povo. Só foi eleito com dinheiro pago por esses dois senhores, que continuam comandando seus parlamentares.
Não é isso, com certeza, que nenhum brasileiro quer. Não é isso, com certeza, que nem os segmentos que compõem os poderes do Brasil querem. 
O povo não vai aceitar a escolha de um Congresso, que é desqualificado pelos próprios delatores criminosos, e com parlamentares com processos e indiciamentos feitos pelo Ministério Público e pela Justiça brasileira.
Uma eleição direta também poderia não ter um bom resultado. Mesmo sendo a democracia o regime no qual tem que se respeitar a vontade do povo, seria constrangedor que algum desses candidatos que vêm sendo apontados pela Justiça como corruptos pudessem ter sucesso.
Como ficaria a Justiça se houver algum candidato já indiciado e se, no momento da eleição, ele ter virado réu? Principalmente levando-se em consideração que o processo para torná-lo inelegível é lento, podendo não haver tempo para eliminar suas qualificações de candidato.
Como reagiriam as elites, que vêm de forma violenta exigindo a punição para muitos desses que poderiam se eleger?
Mas se a democracia é o regime das maiorias, a quem respeitar? A vontade das elites ou do povo? 
Poderíamos até mesmo ser obrigados a ter a infelicidade de perguntar: a quem respeitar, a maioria do povo ou a Justiça?
Os desmandos que as instituições vêm sofrendo, com o próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dizendo que Brasil vive um estado de "anomia" - coisa que o JB já escrevia em 2012 (É preciso respeitar o Brasil) - lançam uma pergunta: não existe solução?

E nós perguntamos, por qual segmento?

O empresarial, onde o presidente da maior Federação da indústria está envolvido em recebimento de dinheiro em campanha? Vale lembrar que os outros presidentes comandam instituições que pertencem ao segmento industrial e comercial há mais de 50 anos.

Aos sindicatos, que são acusados muitas vezes de não colaborarem com o país e sim com a desordem?

Ou imaginemos que a decisão tenha que ser tomada por qualquer segmento vitorioso num processo não democrático?